"Oblatus est, quia ipse voluit, et peccata nostra ipse portavit!"

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Boas novas!

Amanhã, às 8h, de Roma virá uma notícia que muito honra a Diocese e o clero de Campos. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

"Bispo" anglicano e esposa são assassinados

O “bispo” anglicano do Recife Dom Robson Cavalcanti e sua esposa foram mortos a facadas na noite de domingo. O principal suspeito é um filho adotivo do casal, dependente de drogas.

Dom Robson Cavalcanti foi a principal liderança anglicana do país até se afastar da estrutura canônica da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) por divergências teológicas. Depois de deposto da função de “bispo” da diocese anglicana do Recife, liderou um grupo de clérigos na criação de uma diocese independente vinculada à Província Anglicana do Cone Sul.

Tive oportunidade de trocar ideias com Dom Robson umas poucas vezes. Nutria por ele grande simpatia e rezava para que voltasse à Igreja Católica, na qual foi batizado, e da qual se apartou para se filiar a várias seitas protestantes até se filiar à IEAB.

Deus tenha misericórdia de sua alma!

Primárias no Arizona, Michigan e Washington

Os próximos dias serão decisivos para a candidatura de Rick Santorum nas prévias do Partido Republicano. Amanhã estarão em disputa 29 delegados pelo estado do Arizona e 30 pelo de Michigan; no dia 3 de março, disputam-se os 40 delegados pelo estado de Washington, que conta ainda com 3 superdelegados.

As primárias do Arizona são fechadas, podendo votar apenas os eleitores registrados pelo PR. Vigorando a regra do winner-take-all, o vencedor levará todos os delegados do estado. As pesquisas dão vitória folgada para Mitt Romney, girando em torno de 42% contra 27% de Santorum e 20% de Gingrich.

No estado de Michigan se utilizam as primárias abertas, ou seja, não há garantias de que somente eleitores republicanos participarão das mesmas. Em Michigan também se adota uma variante da regra winner-take-all. O mais votado em cada um dos 14 distritos leva os dois delegados daquele distrito. Dois delegados adicionais são distribuídos proporcionalmente. Os institutos de pesquisa dão empate técnico entre Romney e Santorum, com pequena vantagem para o primeiro.

O cáucus de Washington não é vinculante, ou seja, os delegados não estão obrigados a votar no candidato que se sagrar vencedor. O preferido no estado, entretanto, é Rick Santorum com 38% contra 27% de Romney, numa pesquisa; ou 49% contra 28%, noutra em que o nome de Gingrich não aparece.

Espera-se que Gingrich e Paul se mantenham na disputa até 6 de março, a super-terça, dia em que se realizam primárias em 10 estados, totalizando 416 delegados. Depois desta data é provável que a disputa se limite a Romney e Santorum. 

Torço para isto!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A primeira Dama



O arcebispo de Nova Iorque é, sem sombra de dúvida, o astro ascendente na emergente Igreja americana e no Colégio Cardinalício. Tornielli revela o diálogo restrito do Cardeal Timothy Dolan com o Santo Padre ao apresentar-lhe sua mãe, senhora Shirley Dolan, de 84 anos.

O cardeal brincalhão pediu ao Santo Padre que a nomeasse “primeira dama do Colégio Cardinalício”, ao que o Papa respondeu afirmando que a senhora Dolan parecia muito jovem para ser a mãe de um cardeal.

Sem perder tempo, a simpática senhora perguntou a Bento XVI: “Santo Padre, esta declaração é infalível?”

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Colegialidade, Consolação e Profetismo

“Nas diversas situações difíceis que nascem hoje na nossa pastoral, alguém pode encontrar-se realmente um pouco desesperado, não vê como possa continuar. Nesse momento precisa da consolação, precisa que alguém esteja com ele na sua solidão interior e cumpra a obra do Espírito Santo, do Consolador: a de dar coragem, de juntos nos sustentarmos, nos apoiarmos, ajudados pelo próprio Espírito Santo que é o Consolador, o nosso Advogado que nos ajuda. Portanto, é um convite para fazermos nós mesmos ‘ad invicem’ a obra do Espírito Santo Paráclito.” (Meditação do Papa Bento XVI – Abertura da XI Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos em 3/11/2005)

Apenas eleito, o Papa Bento XVI podia antever as dificuldades que enfrentaria na sua missão de Pastor Supremo da Igreja de Cristo. Sabia também que sem o Consolador e sem o apoio dos bispos não poderia “continuar”. Nos últimos seis anos, não faltou ao Santo Padre a assistência divina; no entanto, o apoio dos bispos ainda parece tímido, se considerarmos que são mais de 5 mil em todo o mundo.

A ação conjunta dos bispos, com o Papa ou sob o Papa, é carregado de tanto poder profético que, a despeito dos resultados concretos obtidos, age como um sopro de vida na Igreja e no mundo.

Desenrola-se hoje nos Estados Unidos, potência católica emergente, uma Kulturkampf empreendida pelo presidente Obama. Na mira do Bismarck da Casa Branca está a consciência dos religiosos, em geral, e dos cristãos, em particular. Sem descer a detalhes, seu plano sanitário coloca em cheque instituições fundamentais para o povo americano, pois não dá outra alternativa às instituições católicas senão fechar as portas, em prejuízo dos mais pobres. Supunha o presidente que os bispos engoliriam calados e violariam suas consciências em nome do “mal menor”. Ledo engano!

Capitaneados pelo presidente da conferência episcopal do país, o Cardeal Thimoty Dolan, TODOS os bispos americanos se opuseram publicamente ao Obamacare, em pleno ano eleitoral, incluindo aquela parcela do episcopado que lhe foi favorável na última eleição. Obama recebeu a maioria dos votos católicos na ocasião, o que poderá não se repetir em 2012.

Todos os 180 bispos diocesanos declararam sua objeção de consciência. As simpatias partidárias e a aprovação de determinadas políticas do governo Obama não foram maiores que o senso do perigo. Aliás, outros religiosos – sobretudo protestantes – se associaram à ação dos bispos católicos. Não sem razão, o Cardeal Dolan foi o destaque do último consistório, os Estados Unidos contam com 12 cardeais eleitores e a Igreja renasce depois dos crimes de padres pedófilos.

Mas como não existe verdadeira colegialidade “do lado de baixo do Equador”, na última eleição presidencial no Brasil assistimos a bispos serem abandonados, difamados, censurados por outros “bispos”. Imundície! Uns senhores, cujas fidelidades são ideológicas, puseram o partido acima da fé para vergonha da Igreja no Brasil.

Os bispos abandonados não faziam política partidária, apenas alertavam os fiéis – dever pastoral e direito constitucional – para a incompatibilidade dos projetos de uma determinada candidatura com a sua religião. A CNBB distanciou-se, abandonando os bispos; “bispos” do novo Partidão vieram a público desmoralizar os colegas, fazendo inclusive propaganda política na TV para sua candidata; e o pior, o país assistiu inerte à censura a documentos dos bispos em que explicitavam suas posições como religiosos.

Como foi possível tal censura, no país que não cansa de se envergonhar do seu “regime militar”?

Isto jamais teria ocorrido se os 275 bispos do Brasil, para ficarmos somente nos diocesanos, tivessem agido com verdadeira colegialidade.

Soube que Dom Hélder Câmara anda sendo psicografado por um médium nordestino. Se a lei de Deus não me proibisse, eu faria uma consulta àquele que foi campeão no combate a governos autoritários, para saber o que pensa de um governo que censura bispos e o que pensa de “bispos” que aprovam tal censura.

Nota sobre Títulos e Diaconias no Colégio Cardinalício

No curso do Consistório Ordinário Público para a criação de 22 novos Cardeais da Santa Igreja Romana, o Santo Padre atribuiu aos novos Purpurados um Título ou Diaconia em Roma, fazendo de suas eminências clérigos da Diocese de Roma.

O antigo costume remonta às origens do Colégio Cardinalício, sendo este uma instituição exclusiva da província romana. Era composto dos bispos das dioceses suburbicárias (sufragâneas) de Roma, de párocos e de diáconos daquela diocese. Com o passar dos séculos, reservou-se aos cardeais – com exclusão dos nobres e da plebe – a eleição do Bispo de Roma e, num segundo momento, bispos de outras sedes foram adscritos ao Colégio.

Eis pois as razões para a ficção canônica da atribuição de um título ou diaconia em Roma para os novos cardeais: eles são simbolicamente bispos das dioceses suburbicárias ou clérigos das paróquias (títulos) ou diaconias romanas e, consequentemente, eleitores de seu bispo e metropolita. Temos assim as três ordens hierárquicas no interior do Colégio Cardinalício, a dos Cardeais-Bispos (das dioceses suburbicárias), a dos Cardeais-Presbíteros (párocos) e a dos Cardeais-Diáconos. Via de regra, sacramentalmente todos são bispos; a distinção, repito, tem caráter meramente simbólico.

À primeira ordem, a dos Cardeais-Bispos, o Papa eleva aqueles purpurados mais destacados ou com mais tempo de serviço no Sacro Colégio. Eles são apenas seis, entre os quais, o Cardeal-Bispo de Óstia que serve de Deão do Sacro Colégio. Na segunda ordem são inscritos os arcebispos e bispos residenciais, compondo a maioria do Colégio. E na terceira ordem se acham os membros da Cúria Romana ou prelados que o Papa quis honrar com a dignidade cardinalícia. Estes últimos podem aceder à Ordem dos Cardeais-Presbíteros após 10 anos de pertença ao Sacro Colégio.

A única exceção que se faz ao costume diz respeito aos Patriarcas católicos orientais, por não serem romanos, embora sejam admitidos automaticamente como eleitores do Bispo de Roma quando feitos cardeais. Estão na Ordem dos Cardeais-Bispos, imediatamente depois destes.

Muito ainda poderia ser dito sobre as peculiaridades do Sacro Colégio dos Cardeais da Santa Romana Igreja. Por ora, seguem abaixo os títulos ou diaconias atribuídos no Consistório de hoje:

Cardeais-Presbíteros

1. Card. GEORGE ALENCHERRY, Título de São Bernardo nas Terme
2. Card. THOMAS CHRISTOPHER COLLINS, Título de São Patrício
3. Card. DOMINIK DUKA, O.P., Título dos Santos Marcelino e Pedro
4. Card. WILLEM JACOBUS EIJK, Título de São Calisto
5. Card. GIUSEPPE BETORI, Título de São Marcelo
6. Card. TIMOTHY MICHAEL DOLAN, Título de Nossa Senhora de Guadalupe no Monte Mario
7. Card. RAINER MARIA WOELKI, Título de São João Maria Vianney
8. Card. JOHN TONG HON, Título da Regina Apostolorum
9. Card. LUCIAN MUREŞAN, Título de Santo Atanásio

Cardeais-Diáconos

1. Card. FERNANDO FILONI, Diaconia de Nossa Senhora de Coromoto em San Giovanni di Dio
2. Card. MANUEL MONTEIRO DE CASTRO, Diaconia de São Domingos de Gusmão
3. Card. SANTOS ABRIL Y CASTELLÓ, Diaconia de São Ponciano
4. Card. ANTONIO MARIA VEGLIÒ, Diaconia de São Cesário no Palatio
5. Card. GIUSEPPE BERTELLO, Diaconia dos Santos Vito, Modesto e Crescência
6. Card. FRANCESCO COCCOPALMERIO, Diaconia de São José dos Falegnami
7. Card. JOÃO BRAZ DE AVIZ, Diaconia de Santa Helena fora da Porta Prenestina
8. Card. EDWIN FREDERICK O’BRIEN, Diaconia de São Sebastião no Palatino
9. Card. DOMENICO CALCAGNO, Diaconia da Anunciação da Bem-Aventurada Virgem Maria na Via Ardeatina
10. Card. GIUSEPPE VERSALDI, Diaconia do Sagrado Coração de Jesus no Castro Pretorio
11. Card. JULIEN RIES, Diaconia de Santo Antônio de Pádua na Circonvallazione Appia
12. Card. PROSPER GRECH, O.S.A., Diaconia de Santa Maria Goretti
13. Card. KARL JOSEF BECKER, S.J., Diaconia de São Juliano Mártir

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Cardeal Damasceno completa 75 anos

No último dia 15, o Emº Sr. Cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida/SP e presidente da CNBB, completou 75 anos. A ocasião foi marcada pela celebração de uma Santa Missa na capela da sede da conferência em Brasília. Dela participaram os integrantes da cúpula da instituição, bispos, sacerdotes, amigos e colaboradores do purpurado. Algumas fotos do evento podem ser vistas no site da CNBB, que publicou uma nota.

O que a notícia da CNBB não diz é que, ao completar 75 anos, o bispo diocesano deve apresentar sua renúncia ao Sumo Pontífice, o qual é livre para aceitá-la ou diferi-la. Se usar para o Cardeal Damasceno a medida que vem usando para outros, Bento XVI deverá aceitá-la em 2014. Ocorre que o cardeal foi eleito presidente da CNBB para um mandado de quatro anos, ou seja, até 2015.

Temos três situações possíveis. Na primeira e mais provável, o Papa se conformará, mantendo-o na Sé de Aparecida até os 78 anos. A menos provável seria uma renúncia à presidência concomitantemente à aceitação da renúncia por parte do Papa e, a terceira e mais esdrúxula, continuar presidindo a CNBB mesmo sendo emérito. Seria a realização do sonho de Dom Angélico!

Dito isto, parabéns ao senhor cardeal pela passagem do aniversário e que outros venham!

Mudanças na Legião de Cristo

Enfim as mudanças no vértice da Legião de Cristo, se lê hoje em infoCatolica. O Cardeal Velasio de Paolis, delegado pontifício para a congregação, nomeou os novos vigário geral e segundo conselheiro geral. São eles, respectivamente, o alemão Sylvester Heereman e o brasileiro Deomar de Guedes Vaz.

Os jovens sacerdotes – Heereman tem 37 anos e Vaz, 50 – têm a missão de conduzir a congregação num momento crucial. Não lhes faltarão problemas a afrontar no cumprimento da nova missão. Entre eles, os principais: há quem deseja a extinção pura e simples da congregação fundada pelo Pe. Maciel em 1941; muitos membros já deixaram a congregação desde a débâcle de seu fundador e outros continuam a deixá-la ainda hoje; o abatimento no moral dos membros remanescentes; e, não menos importante, a perda de capacidade de recrutar novas vocações, outrora seu grande trunfo – o que levaria inapelavelmente à extinção prática.

Tenho um juízo muito positivo do pouco que conheço da Legião e dos legionários, a despeito do fundador. Rezo pela superação completa dos traumas do passado a fim de que a Legião volte a cumprir seu papel na obra da Evangelização com a mesma vivacidade de antanho. Já fui interpelado acerca de minhas simpatias pela Legião e imputadas antipatias ao Caminho Neocatecumenal, cujos fundadores nunca deram escândalos morais.

Bem, em primeiro lugar, não tenho antipatias pelo Caminho. Simplesmente reputo muito heterodoxas certas práticas litúrgicas suas e as teses que as sustentam. Que Kiko e Carmen não tenham dado escândalo, acho ótimo para eles, mas isto nada acrescenta ao bem objetivo que há no Caminho, ou corrige do mal existente. Ainda que Lutero fosse um homem de caráter irrepreensível – o que sabemos ser falso, pois era um porco imoral – sua doutrina seguiria sendo nefasta. E não me acusem de dizer o que não estou dizendo, ou seja, que Lutero e Kiko são equivalentes.

Na Legião, entretanto, a figura de Maciel jamais poderá sobrepor-se à verdade da doutrina católica à qual se conformam. Para seguir adiante, é bastante que mirem na beleza da fé que professam, da liturgia que celebram e da Igreja a que obedecem. Maciel não é mais que Nosso Senhor, a Quem nada é impossível!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

¿Por qué no te callas?

Nem todo emérito é como Dom Roberto Guimarães, de Campos. Há os que dedicam os anos que lhes restam para atrair atenção sobre si, expor ideias que no tempo em que eram titulares atrapalhariam sua carreira ou simplesmente criar mal-estar. Imaginem se tivessem poder de voto nas conferências episcopais, como quer Dom Angélico.

Respondendo a uma pergunta num programa de rádio, Dom Luigi Betazzi, bispo emérito de Ivrea, afirmou que notícias sobre um complô contra o Papa são, na realidade, “uma coisa para preparar a eventualidade de uma renúncia” do Papa.

 Feita diretamente a pergunta se pensa que o Papa pensa em renunciar, respondeu: “Creio que sim, mesmo que tenham desmentido. Um velho cardeal me dizia sempre: se o Vaticano desmente quer dizer que é verdade”.

“Mas por quê?” – perguntou-lhe o entrevistador.

“Penso que ele se sinta muito cansado, basta vê-lo, é alguém habituado ao estudo”. Ora, excelência, o Papa Bento XVI está muito melhor do que esteve João Paulo II nos últimos anos de seu pontificado. E a crítica anti-intelectualista feita a Bento XVI é lugar-comum entre pessoas medíocres.

E não esconde que sua intenção é ofender o Pontífice: “Em face dos problemas que existem, talvez também em face das tensões que existem no interior da Cúria, poderia pensar que destas coisas se ocupará o novo Papa”.

Para o bispo, um estúpido pacifista à la anos 60, o Papa é um covarde. Preferiu esquecer que Bento XVI trata sua renúncia com a humildade e a coragem que lhes são peculiares. É humilde a ponto de considerá-la, em caso de lhe faltarem condições para seguir conduzindo a missão; e corajoso para descartá-la nos momentos de crise, em que precisa estar à frente do rebanho. Humilde e corajoso, Bento XVI pediu orações no início de seu pontificado para que possa “não fugir com medo dos lobos”.

Faço minhas as palavras da Raffaella do blog  Papa Ratzinger, há eméritos que deveriam se tornar eremitas. Tenho uma lista deles comigo: ao deserto, excelências!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Novo Núncio para o Brasil

É apenas uma questão de tempo a nomeação do arcebispo Dom Giovanni D’Aniello como núncio apostólico no Brasil. O governo brasileiro já deu o placet ao nome do novo embaixador do Papa.

Dom D’Aniello é núncio apostólico no Camboja e na Tailândia, e delegado apostólico no Laos e em Mianmar há menos de dois anos. Foi durante nove anos núncio apostólico no Congo.

O novo núncio tem 57 anos, nascido na cidade italiana de Aversa e ordenado sacerdote para a diocese homônima em 8 de dezembro de 1978. Foi sagrado bispo pelo Papa João Paulo II em 6 de janeiro de 2002. É arcebispo titular de Pesto.

Como representante pontifício nos quatro países asiáticos, o núncio é responsável pelas nomeações episcopais para somente 30 circunscrições eclesiásticas; no Brasil, são 275. Tão logo assuma o novo encargo terá de providenciar bispos para 14 delas que já estão vacantes e para 16 cujos bispos completam 75 anos em 2012, ou seja, 30 em apenas um ano!

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